Baquetas Spanking Balanced

27/02/2012   //   por Ismael Rattis   //   Blog  //  5 Comentarios

Participe da promo com os produtos Spanking Balanced!

Para concorrer basta responder a seguinte pergunta nos comentários do artigo abaixo: O que caracterizam as Letras A, B e S, inscritas nas baquetas? Por exemplo: 5A, 2B, 1S!

Aqueles que responderem vão ganhar 01 par de baquetas 7A Marfim com ponta de Madeira, 01 Camisa, 01 Chaveiro multi-funcional com cortador de unha mais abridor de garrarfas  e 01 Caneta esferográfica.

Garanta já o seu ou presenteie um amigo. Não deixem de participar!!!

Artigo

Sobre a Marca

 Wood Work do Brasil Ltda é uma empresa que se encontra lá em Jaraguá do Sul – SC. Ela é responsável pela confecção e distribuição das baquetas Spanking Balanced. Eu, Ismael Rattis estou tendo o privilégio de ser patrocinado por esta marca! Hoje estou aqui para apresentar à vocês as minhas impressões a respeito deste produto. Mas antes, gostaria de ressaltar que a Spanking Balanced é uma marca genuinamente brasileira que preza demais pelo padrão de qualidade de seus produtos. Têm um extenso catalogo com baquetas para Jazz, Pop, Rock e para alguns instrumentos de percussão Erudita e Popular.

Neste texto falarei especificamente das baquetas que tenho usado para tocar/estudar bateria e percussão múltipla. Estas baquetas são: 7A Marfim com Ponta de Madeira e a 7 A Jatobá com ponta de madeira.

  7A Marfim com ponta de madeira

 Como vocês já perceberam esta baqueta é feita da madeira Pau-Marfim. Esta madeira é encontrada no Paraguai e Oeste do Paraná. A madeira de PAU-MARFIM é amarelada e têm boa permeabilidade às soluções preservantes é resistente quando trabalhada sobre pressão. Ela é uma madeira moderadamente pesada, mas essa característica não se aplica às baquetas. Pelo contrário, essa série de baquetas apesar de resistente, é leve. Têm seu peso bastante equilibrado que trabalha em favor da performance do Baterista ou Percussionista.

 Quanto a sonoridade

 As baquetas 7A de Marfim com ponta de madeira proporcionam um “ping” equilibrado e moderado. Ela obedece a dinâmica de quem esta conduzindo. A ponta da baqueta não é grande, mas é suficiente para manter o brilho dos pratos, especificamente, dos Rides. É uma excelente baqueta, muito versátil!

As baquetas foram testadas em um Zildjan K Constantinople 20” Médium Thin Low Ride e um Avedis Ping-Ride de 20 polegadas. Estas baquetas se adaptam bem a bateristas que tocam Musica instrumental Brasileira, MPB e Jazz (lembrando que há uma serie JAZZ de Marfim com uma ponta maior e mais arredondada).

 7A de Jatobá com ponta de Madeira

 É uma madeira encontrada na Região norte do Brasil. Geralmente, sua coloração é castanho claro mais ou menos intensa. É uma madeira muito resistente e diferentemente da Marfim, a Jatobá é pouco permeável, sendo assim, mais seca.

Apesar de ser uma madeira mais pesada essa característica pouco influência no balanço da baqueta. Ela é confortável, equilibrada e igualmente a Pau-marfim colabora para performance do Baterista e Percussionista.

Quanto a Sonoridade

 As baquetas 7A de Jatobá com ponta de madeira, proporcionam um “ping” mais rápido e sonoridade aberta, alta. Dependendo do prato será preciso buscar equilíbrio na hora de conduzir. A ponta da baqueta não é grande, mas valoriza bastante os agudos do prato e culpula. Creio eu que a mudança seja pelo fato da madeira ser mais seca. Dependendo da musica e do prato que estiver tocando a baqueta exigirá mais habilidade do musico para conceder as dinâmicas. Esta série Jatobá é ótima, pura energia!

Assim como na Marfim as baquetas foram testadas em um Zildjan K Constantinople 20” Médium Thin Low Ride e um Avedis Ping-Ride de 20 polegadas.

Estas baquetas caem bem para bateristas que tocam Pop Rock, Samba Rock, Funk Music, Jazz Fusion, Sertanejo Universitário, etc!

 Conclusão

É muito interessante a relação que há entre as baquetas Spanking Balanced feitas de Marfim e a de Jatobá. A ligação entre elas, ao meu ver, lembra muito a relação entre o Maple e Hickory. Marfim, assim como a Maple, é mais leve e Jatobá, assim como a Hickory, é mais pesada. Talvez a diferença de peso entre a Marfim e a Jatobá seja de 10 a 12 por cento. E elas Possuem diferente resistência ao impacto.

Ambas são ótimas baquetas, cada uma com sua identidade bem definida. É bom lembrar que estas baquetas possuem numerações como 5A, 5B, 2B.

 Dicas

Agora, para ajuda-los a escolherem e cuidarem das suas baquetas Spanking Balanced ai vão algumas dicas retiradas do site mundomax. Divirtam-se, bons estudos e tocadas!

 1- Em casa, no estúdio ou nos shows, evite guardar as Baquetas colocando outros objetos mais pesados sobre elas. Evite umidade ou excesso de calor. Portanto, se você é um baterista que transpira muito nas mãos enquanto toca, ao terminar, passe um pano seco. Não deixe-as expostas ao sol intenso nem invente de secar a umidade colocando-as ao forno! Seque-as na sombra com bastante ventilação.

2- Assim que você terminou de tocar, guarde os pares nas cartelas. Caso você não tenha, utilize elásticos ou qualquer outro material e compartimento que mantenha o par unido, pois tocar com baquetas que tenham desgaste nas mesmas proporções também ajuda na conservação.

3- Embora muitos bateristas tenham pegada e/ou técnicas muito peculiares dentro de um estilo musical, lembre-se que baquetas finas, como uma 7A, geralmente não aguentam muita pancada. Elas são feitas para estilos mais suaves, como o jazz, pois proporcionam maior leveza e rapidez. Para estilos pesados, como o hard-rock, entre outros, prefira baquetas mais grossas, como uma 5A, 5B, 2B…

4- Estude diferentes técnicas para aplicação de rudimentos. É muito provável que você consiga atingir um bom volume, sem ter que exigir demais da resistência das suas baquetas (e peles).

Para conhecer o catálogo das baquetas Spanking Balanced acesse: www.spankingbalanced.com.br

Ismael Rattis é Percussionista das bandas aFeira, Carlinhos Veiga & Banda, Cesar de Paula & S.A.mbalance e ainda é Baterista da 10zer04. Facilitador das oficinas de percussão do Projeto eu Faço Cultura e Projeto Itinerância Musical. Cursa Letras português/ inglês. É membro fundador do site Casa do Percussionista.

 

5 Comentarios

  • Letra “B”: era referente à “Band” (banda) e serviam para as baquetas direcionadas para bandas de teatro, “big bands” ou para orquestras.

    Letra “S”: era referente à palavra “Street” (rua), e especificava os modelos feitos para serem usados em bandas marciais e/ou fanfarras.

    Letra “A”: a origem para utilização desta letra é um pouco vaga. Aparentemente ela identificava as baquetas que não se enquadravam como “B” ou “S”. O mais evidente é que eram referentes à expressão “All Purpose” (de uso geral).

    • Legal Marcelo. Obrigado pela sua participação, por enquanto você ta levando. Vamos ficar na torcida!!!

  • Ai quando que sai o resultado da promoção ?

    • Olá marcelo a promoção vai até dia 21 aniversário de Brasilia. Desculpem-me esqueci de colocar no texto!!!!

    • Olá Marcelo, Parabéns você foi o contemplado! Verifique sua caixa de e-mail confirme o recebimento e responda, por favor. Estamos aguardando seu contado, abs!

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